Exame permite diagnóstico precoce. Segundo especialista,se descoberta no início,  doença tem 95% de chance de cura

Outubro é sinônimo de campanha de conscientização contra o câncer de mama, mas, mais que isso, é mês de ação. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil – no país, fica atrás apenas do de pele. A patologia responde, atualmente, por cerca de 28% dos novos casos de tumores em mulheres. Outro dado, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revela que 1 em cada 8 mulheres desenvolverão a enfermidade ao longo da vida. São estimadas, até o fim deste ano, mais de 66 mil novas ocorrências.  Os números são preocupantes, no entanto, o autoexame e a mamografia possibilitam um diagnóstico precoce, o que aumenta, significativamente, a chance de cura.

Só o autoexame não é suficiente

De acordo com a médica radiologista, com especialização em mama, Mariana Mendes, apesar de eficaz, só o autoexame não é suficiente. “A maioria das pessoas acredita nisso, quando ele só detecta o nódulo quando este já tem, pelo menos, um centímetro de diâmetro. Já a mamografia e a ressonância magnética de mama podem detectar tumores muito menores, em um estágio inicial da doença”, explica a especialista da Perfecta Diagnóstico por Imagem. No ano passado, uma pesquisa, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a farmacêutica Pfizer, revelou que 77% das mulheres e 79% dos homens brasileiros acham que basta o toque para detectar o tumor. O estudo foi feito por meio de entrevista online com 2 mil pessoas de diferentes regiões do país, com 52% de mulheres e 48% de homens, entre os participantes.

Mulheres entre 40 e 69 anos devem realizar o exame uma vez por ano

O Colégio Brasileiro de Radiologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia dizem que todas as mulheres entre 40 e 69 anos devem realizar o exame uma vez por ano.  Pacientes de alto risco devem iniciar o rastreamento antes dos 40 anos e mulheres acima de 70 anos necessitam avaliação individualizada. Mendes faz questão de ressaltar que a mamografia é um exame de padrão ouro e insubstituível.  “É a melhor opção para ser feito o rastreamento inicial do câncer de mama. Permite identificar pequenas lesões em fase precoce, como, por exemplo, nódulos, calcificações e distorções do tecido mamário mesmo antes de serem detectadas na palpação. Quando descoberta no início, a doença tem 95% de chance de cura. ”

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Philipe Cavalcanti conta que, na Perfecta, são realizadas, em média, 700 mamografias anualmente. O médico deixa claro que o exame utiliza baixa dose de radiação e, quanto a isso, não há motivos para se preocupar. “O risco associado à exposição radiológica é mínimo, principalmente, quando comparado com o benefício: Prevenção do Câncer de Mama. Na nossa clínica, todos os equipamentos radiológicos possuem tecnologia Smart Dose, que reduz em até 40% o nível de radiação durante os exames”. Em relação a dor, ele explica que esta é relativa em cada pessoa. “Algumas pacientes sentem um desconforto. Recomendamos fazer a mamografia entre o sétimo e 14º dia do ciclo, pois nesse período a mama está menos sensível e dolorida”.

Amigos da Saúde

Para proteger os pacientes e profissionais de saúde da infecção pelo COVID-19, os Amigos da Saúde adotaram um Guia de procedimentos, o POP (Procedimento Operacional Padronizado), no ar desde o início do projeto, O POP Amigos da Saúde visa padronizar as ações de proteção, segurança e responsabilidade com a saúde dos pacientes e profissionais da área. A parceria entre o Hospital Urológico de Brasília, a Perfecta Diagnóstico por Imagem, a Otorrino DF e o Visão Hospital de Olhos leva qualidade aliada a protocolos de segurança a todos os brasilienses.

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